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20 dezembro 2009

Galeria de Simbologias.



Dando uma estudada sobre os maçons achei uma galeria repleta de imagens com simbologias secretas, muito bom dar uma olhada porque todos nós podemos nos deparar com elas no dia a dia e não saber .

09 novembro 2009

Maçonaria - Documentário

    Agora vamos nos aprofundar mais nos estudos das sociedades secretas, vamo começar pela Maçonaria. Vou deixar pra vocês esse documentário muito bom do History Channel (9 partes) pra compreender mais essa sociedade misteriosa que está ativa em todos os países e as vezes nem a percebemos.





















06 novembro 2009

Os Carlyle



O maior investidor privado do mundo, bem implantado no setor do armamento, é um grupo discreto, que cultiva relações com homens influentes, entre os quais os Bush, pai e filho...



Há um ano, a 1 de Maio de 2003, George Bush pousava, envergando uma indumentária de piloto de caça, no porta-aviões USS Abraham-Lincoln , ao largo da Califórnia. A imagem tornou-se célebre. Sob uma faixa que proclamava "Missão cumprida" ("Mission accomplished"), o presidente anunciava prematuramente o fim das operações militares no Iraque e a sua vitória. No dia seguinte, de regresso a terra firme, ele pronunciava um outro discurso marcial, não longe de San Diego, numa fábrica de armamento da United Defense Industries.

Esta empresa é um dos principais fornecedores do Pentágono. Fabrica, entre outras coisas, mísseis, veículos de transporte e, na Califórnia, o blindado ligeiro Bradley. O seu principal accionista é o maior investidor privado do mundo. Um grupo discreto, baptizado Carlyle.

Não está cotado na Bolsa e não presta contas senão aos seus 550 investidores – multimilionários e fundos de pensão. O Carlyle gere hoje 18 mil milhões de dólares, colocados nos sectores da defesa e da alta tecnologia (biologia, principalmente), na indústrial espacial, na informática ligada à segurança, nas nanotecnologias, nas telecomunicações. As empresas que controla apresentam como característica comum terem por clientes principais governos e administrações. Como esta sociedade descreveu-se numa brochura: “ Investimos nas oportunidades criadas nas indústrias fortemente afectadas pelas mudanças de política governamental ”.

O Carlyle é um modelo construído à escala planetária com base no capitalismo de relações ou “ capitalismo de acesso ”, para usar a expressão da revista americana New Republic , em 1993. O grupo encarna hoje, apesar das suas negativas, o “complexo militar-industrial” contra o qual o presidente americano Dwight Eisenhower alertava o povo americano, ao deixar as suas funções em 1961.

Isto não impediu George Bush, pai, de ocupar durante dez anos, até Outubro de 2003, um posto de conselheiro da Carlyle. Era a primeira vez na história dos Estados Unidos que um antigo presidente trabalhava para um fornecedor do Pentágono. O filho, George W. Bush, conhece igualmente muito bem a Carlyle. O grupo deu-lhe um emprego em Fevereiro de 1990, quando o pai ocupava a Casa Branca: administrador da Caterair, uma sociedade texana especializada na restauração aérea. O episódio já não figura na biografia oficial de presidente. Quando George W. Bush deixa a Caterair, em 1994, antes de se tornar governador do Texas, a empresa está em apuros financeiros.

“Não é possível estar mais próximo da administração do que está a Carlyle”, afirma Charles Lewis, director do Centro para a Integridade Pública, uma organização não partidária de Washington. “George Bush, pai, ganhou dinheiro proveniente de interesses privados que trabalham para o governo do qual o filho é presidente. Poder-se-á mesmo dizer que o presidente virá um dia a beneficiar financeiramente, por via dos investimentos do pai, das decisões políticas que tomou”, acrescenta.

A colecção de personagens influentes que trabalham, trabalharam ou investiram no grupo deixariam de boca aberta os adeptos mais convencidos da teoria da conspiração. Encontram-se nele, entre outros: John Major, antigo primeiro-ministro britânico, Fidel Ramos, antigo presidente filipino, Park Tae Joon, antigo primeiro-ministro da Coreia do Sul, o príncipe saudita Al-Walid, Colin Powel, actual secretário de Estado, James Baker III, antigo secretário de Estado, Caspar Weinberger, antigo secretário para a Defesa, Richard Darman, antigo director do Orçamento da Casa Branca, o multimilionário George Soros e, mesmo, membros da família Ben Laden. A esta lista podem acrescentar-se Alice Albright, filha de Madeleine Albright, antiga secretária de Estado, Arthur Lewitt, antigo presidente da SEC (o polícia da Wall Street), William Kennard, ex-patrão da autoridade para as telecomunicações (FCC). Finalmente, é preciso juntar, entre os europeus, Karl Otto Pöhl, antigo presidente do Bundesbank, o falecido Henri Martre, que foi presidente da Aerospatiale, e Etienne Davignon, antigo presidente da Générale na Bélgica.

A Carlyle não é apenas uma colecção de homens de poder. Possui participações em perto de 200 sociedades e, sobretudo, a rentabilidade anual dos seus fundos ultrapassa os 30% de há uma década para cá. “Relativamente às 500 pessoas que empregamos no mundo, o número de antigos homens de Estado é muito diminuto, uma dezena quando muito”, explica Christopher Ullmann, vice-presidente da Carlyle, responsável pela comunicação. “Acusam-nos de todos os males, mas nunca ninguém apresentou uma prova de qualquer malversação. Nunca nenhum processo judicial foi apresentado contra nós. Somos um alvo cómodo para quem quer atacar o governo americano e o presidente”

A Carlyle foi criada em 1987 com 5 milhões de dólares, nos salões do palácio nova-iorquino do mesmo nome. Os seus fundadores, quatro juristas, um dos quais, David Rubenstein, antigo conselheiro de Jimmy Carter, tinham como ambição – limitada – aproveitar uma falha na legislação fiscal, que autorizava as sociedades no Alaska pertencentes a esquimós a ceder as suas perdas a empresas rentáveis que, deste modo, pagariam menos impostos. O grupo vegeta até Janeiro de 1989, quando chega à sua direcção o homem que inventará o sistema Carlyle, Frank Carlucci. Antigo director-adjunto da CIA, conselheiro para a segurança nacional, depois secretário para a Defesa de Ronald Reagan, o sr. Carlucci tem peso em Washington. É um dos amigos mais chegados de Donald Rumsfeld, o actual ministro da Defesa. Os dois partilharam um quarto quando estudantes em Princeton. Cruzaram-se depois em numerosas administrações e, durante um certo tempo, trabalharam para a mesma empresa, a Sears Roebuck. Seis dias após ter deixado oficialmente o Pentágono, a 6 de janeiro de 1989, Frank Carlucci tornou-se director-geral da Carlyle e levou consigo homens de confiança, antigos funcionários da CIA, do Departamento de Estado e do Ministério da Defesa. Apelidado “M. Clean” (“o Sr. Limpo”), Frank Carlucci tem uma reputação demoníaca.

Este diplomata esteve colocado, nos anos de 1970, em países como a África do Sul, o Congo, a Tanzânia, o Brasil e Portugal, onde os Estados Unidos e a CIA tiveram um papel político duvidoso. Ele era o número dois da embaixada americana no Congo belga, em 1961, e foi suspeito de estar implicado no assassinato de Patrice Lumumba, o que sempre desmentiu firmemente. A imprensa americana acusou-o também de estar implicado em vários tráficos de armas nos anos de 1980, mas nunca foi processado. Dirigiu durante um certo tempo a Wackenhut, uma sociedade de segurança de reputação detestável, implicada num dos maiores escândalos de espionagem, o desvio do logicial Promis. Frank Carlucci teve por missão compor as coisas na administração Reagan no momento do caso Irão-Contra e sucedeu então a John Pointdexter no posto de conselheiro para a segurança nacional. Quando entrou em funções, tinha nomeado como adjunto um jovem general... Colin Powel.

Com o seu nome, Frank Carlucci atrai capitais para a Carlyle. Em Outubro de 1990, o grupo apodera-se da BDM International, que participa no programa da “guerra das estrelas”, e faz disso a sua ponta de lança. Em 1992, Frank Carlucci alia-se ao grupo francês Thomson-CSF para apanhar a divisão aerospacial da LTV. A operação fracassa, o Congresso opõe-se à venda a um grupo estrangeiro. A Carlyle encontra outros associados, a Lorale Northrop, e deita a mão à LTV Aerospace, rapidamente rebaptizada Vought Aircraft, que participa na fabricação dos bombardeiros B1 e B2.

Nessa mesma altura, o fundo multiplica as aquisições estratégicas, tais como a Magnavox Electronic Systems, pioneira em matéria de imagens por radar, e a DGE que detém a tecnologia dos mapas em relevo electrónicos para mísseis de cruzeiro. Seguem-se três sociedades especializadas em descontaminação nuclear, química e bacteriológica (Magnetek, IT Group e EG & G Technical Services). Depois, por intermédio da BDM International, uma firma ligada à CIA, a Vinnell, que está entre as primeiras como fornecedora de contratados privados ao exército americano e seus aliados, isto é, de mercenários. Os da Vinnell enquadram as forças armadas sauditas e protegem o rei Fahd, tendo combatido na primeira guerra do Golfo ao lado das tropas sauditas. Em 1997, a Carlyle revende a BDM e a Vinnell, que era particularmente perigosa. O grupo já não precisa delas pois tornara-se o 11º fornecedor do Pentágono, quando se apoderou, nesse mesmo ano, da United Defense Industries.

A Carlyle sai obrigatoriamente da sombra com o 11 de setembro de 2001. Nesse dia, o grupo organiza no Ritz Carlton de Washington uma reunião com 500 dos seus mais importantes investidores. Frank Carlucci e James Baker III têm o papel de mestres de cerimónia. George Bush, pai, faz uma passagem-relâmpago por lá, ao princípio do dia. A apresentação é rapidamente interrompida, mas há um pormenor que não escapa a ninguém. Um dos convidados ostenta na sua identificação o nome de Ben Laden. Trata-se de Shafiq Ben Laden, um dos numerosos meio-irmãos de Oussama. Os meios de comunicação americanos descobrem a Carlyle. Um jornalista, Dan Briody, escreve um livro sobre a face oculta do grupo, The Iron Triangle , e interessa-se particularmente pelas relações estreitas entre o clã Bush e os dirigentes sauditas.

Algumas pessoas interrogam-se sobre a influência de George Bush, pai, na política externa americana. Em Janeiro de 2001, quando George Bush, filho, rompe as negociações com a Coreia do Norte relativamente aos mísseis, os coreanos do Sul, consternados, intervêm junto do pai. A Carlyle tem interesses importantes em Seul. Em Junho de 2001, Washington retoma as discussões com Pyongyang.

Outro exemplo, em Julho de 2001, segundo o New York Times : George Bush, pai, telefona ao prícipe saudita Abdallah que se mostrava descontente com as tomadas de posição do presidente quanto ao conflito israelo-palestiniano. George Bush, pai, assegura então ao príncipe que o filho “está a fazer coisas boas” e que “o coração dele está do bom lado”. Larry Klayman, director da Judicial Watch, uma organização resolutamente conservadora, pede ao “pai do presidente que se demita da Carlyle. O grupo tem conflitos de interesses que podem criar problemas à política externa americana”. Por fim, em Outubro de 2003, George Bush, pai, deixa a Carlyle. O pretexto oficial é o de que ronda os 80 anos.

Embora a Carlyle tenha posto fim a qualquer relação com a família Ben Laden, em Outubro de 2001, o mal já estava feito. O grupo torna-se com a Halliburton o alvo dos opositores à administração Bush. “A Carlyle substitui a Comissão Trilateral nas teorias da conspiração”, reconhecia David Rubenstein, em 2003, numa entrevista ao Washington Post . Pela primeira vez, o grupo nomeia um responsável para a comunicação e muda de patrão. Frank Carlucci torna-se presidente honorário e Lou Gerstner, dirigente respeitado que salvou a IBM, toma oficialmente as rédeas. A operação parece ser sobretudo cosmética. O sr. Gerstner não passa muito tempo no seu gabinete. Mas a Carlyle quer tornar-se respeitável.

O grupo cria um sítio na Internet. Abre certos fundos a investidores, contribuindo “somente” com 250 mil dólares (210 mil euros). Afirma ter reduzido a sua participação na United Defense Industries e que a Defesa e a Força Aérea não representam mais de 15% dos seus investimentos. Mas a Carlyle continua a fazer uso intensivo dos paraísos fiscais e é difícil conhecer o seu perímetro e o nome das sociedades que controla.

A Carlyle multiplica também os seus esforços na Europa. Em Setembro de 2000, passa a controlar o grupo sueco de armamento Bofors por meio da United Defense. Tenta em seguida, sem sucesso, deitar a mão à Thales Information Systems e, em princípios de 2003, às participações da France Telecom na Eutelsat, que tem um papel importante no sistema europeu de posicionamento por satélite, concorrente do GPS americano. De 1999 a 2002, gere uma participação no Le Figaro . Em Itália, abre caminho, apanhando a filial aeronáutica da Fiat, a Fiat Avio. Esta sociedade fornece a Arianespace e permite à Carlyle entrar no Conselho da nave espacial europeia. Outro golpe: em Dezembro de 2002, a Carlyle compra um terço da Qinetic, filial privada do Centro de Investigações e Desenvolvimento Militar britânico. A Qinetic ocupa uma posição única como conselheira do governo britânico.

“Anteciparmo-nos às tecnologias do futuro e às empresas que as desenvolvem é o nosso primeiro papel de investidor. Os fundos de pensões trazem-nos o dinheiro para isso. Não nos podem reprovar que tentemos assegurar posições estratégicas”, sublinha o sr. Ullmann.

Bilderberg



  Grupo secreto de banqueiros internacionais, que reúne membros importantes de vários países, pessoas influentes na política e na imprensa. Fundado em 1954 todos os anos têm reuniões secretas, não divulgadas na imprensa, planeiam guerras, estratégias, nova ordem mundial, situação económica mundial, etc.
                                                                                                                              




O Clube de Bilderberg é uma conferência anual não-oficial cuja participação é restrita a um número de 130 convidados, muitos dos quais são personalidades influentes no mundo empresarial, acadêmico, mediático ou político. Devido ao fato das discussões entre as personalidades públicas oficiais e líderes empresariais (além de outros) não serem registradas, estes encontros anuais são alvo de muitas críticas (por passar por cima do processo democrático de discussão de temas sociais aberta e publicamente). O grupo de elite se encontra anualmente, em segredo, em hotéis cinco estrelas reservados espalhados pelo mundo, geralmente na Europa, embora algumas vezes tenha ocorrido no Estados Unidos e Canadá. Existe um escritório em Leiden, nos Países Baixos.

Origem do nome

O título "Bilderberg" vem do que é geralmente reconhecido como o local em que ocorreu a primeira reunião oficial em 1954 - o Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, perto de Arnhemia na Holanda. Embora a conferência não seja considerada um grupo de tipo algum, muitos participantes são freqüentadores regulares, e os convidados são freqüentemente referenciados como pertencentes a um secreto Grupo de Bilderberg.

Origens e objetivos da primeira conferência anual

A primeira conferência Bilderberg sediou-se no Hotel de Bilderberg, perto de Arnhemia, de 29 de maio a 30 de maio de 1954. A idéia da reunião foi dada pelo emigrante polonês e conselheiro político, Joseph Retinger. Preocupado com o crescimento do antiamericanismo na Europa Ocidental, ele propôs uma conferência internacional em que líderes de países europeus e dos Estados Unidos pudessem se reunir com o propósito de promover a discussão crítica entre as culturas dos Estados Unidos e Europa Ocidental. Retinger se aproximou do Príncipe Bernard da Holanda que concordou em promover a idéia, em conjunto com o primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland. A lista de convidados deveria ter sido formada pelo convite de dois participantes de cada país, representando pontos de vista liberais e conservadores (ambos os termos utilizados no sentido estadunidense), respectivamente. Para que a reunião ocorresse, foi necessário organizar uma conferência anual. Um comitê executivo foi criado, sendo que Retinger foi indicado como secretário permanente. Juntamente como a organização da reunião, o comitê realizou um registro do nome dos participantes e informações para contato, com o objetivo de criar uma rede informal de pessoas que pudessem se comunicar entre si com privacidade. O propósito declarado do Grupo Bilderberg foi estabelecer uma linha política comum entre os Estados Unidos e a Europa Ocidental. O economista holandês Ernst van der Beugel se tornou secretário permanente em 1960, após a morte de Retinger. Príncipe Bernardo continuou a ser o presidente das conferências até 1976, ano em que se envolveu no escândalo da Lockheed, que consistiu no envolvimento em processos relativos a recebimento de suborno para favorecer a empresa norte-americana em contratos de compra dos jatos F-104G Starfighter em detrimento dos Mirage 5. Não houve conferência naquele ano, mas os encontros voltaram a ocorrer em 1977, quando Alec Douglas-Home, ex-primeiro-ministro britânico, assumiu a presidência. Na seqüência, Walter Scheel, ex-presidente da Alemanha, Eric Roll, ex-presidente do banco SG Warburg e Lord Carrington, ex-secretário-geral da OTAN.

Propósito

A intenção inicial do Clube de Bilderberg era promover um consenso entre a Europa Ocidental e a América do Norte através de reuniões informais entre indivíduos poderosos. A cada ano, um "comitê executivo" recolhe uma lista com um máximo de 100 nomes com possíveis candidatos. Os convites são enviados somente a residentes da Europa e América do Norte. A localização da reunião anual não é secreta, e a agenda e a lista de participantes são facilmente encontradas pelo público, mas os temas das reuniões são mantidos em segredo e os participantes assumem um compromisso de não divulgar o que foi discutido. A alegação oficial do Clube de Bilderberg é de que o sigilo previniria que os temas discutidos, e a respectiva vinculação das declarações a cada membro participante, estariam a salvo da manipulação pelos principais órgãos de imprensa e do repúdio generalizado que seria causado na população. A teoria mais plausível diz que o Clube Bilderberg tem o propósito de criar um governo totalitário mundial.

Perspectivas acerca da natureza do grupo

A alegada justificativa do grupo pelo sigilo é que isso permite que os participantes falem livremente sem a necessidade de ponderar cuidadosamente como cada palavra poderia ser interpretada pelos órgãos de comunicação de massa. Alguns, entretanto, consideram a natureza elitista e secreta das reuniões como antiético em relação aos princípios da inclusão em sociedades democráticas.

Participantes

Participantes do Bilderberg incluem membros de bancos centrais, especialistas em defesa, barões da imprensa de massa, ministros de governo, primeiros-ministros, membros de famílias reais, economistas internacionais e líderes políticos da Europa e da América do Norte. Alguns dos líderes financeiros e estrategistas de política externa do Ocidente participam do Bilderberg. Donald Rumsfeld é um Bilderberger activo, assim como Peter Sutherland, da Irlanda, um ex-comissário da União Européia e presidente do Goldman Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland compareceram em conjunto em 2000 na câmara da companhia de energia suíço-sueca ABB. O político e professor universitário Jorge Braga Macedo e Francisco Pinto Balsemão são dois exemplos portugueses. O ex-secretário de defesa dos Estados Unidos e atual presidente do Banco Mundial Paul Wolfowitz também é um membro, assim como Roger Boothe Jr. O presidente atual do grupo é Etienne Davignon, empresário e político belga.
George Soros; Henry Kissinger; David Rockefeller e família; George Bush e família; Bill Clinton e Hilary Clinton; Thimoty Geithner; Susan Rice; Gen James L. Jones; Thomas Donilon; Paul Volcker; Admiral D C Blair; Robert Gates; James Steinberg; Richard M Haass; Alan Greenspan; Richard C Holbrooke; e muitos outros.

Reuniões

1954 Hotel de Bilderberg em Oosterbeek, Países Baixos
18 a 20 de março de 1955, em Barbizon, França e (23 a 25 de setembro) em Garmisch-Partenkirchen, Alemanha Ocidental
11 a 13 de maio de 1956 em Fredensborg, Dinamarca
1959 em Yesilkoy Istambul, Turquia
22 a 24 de abril de 1975 em Cesme Esmirna, Turquia
1976 não houve conferência
22 a 24 de abril de 1977 em Torquay, Inglaterra
21 a 23 de abril de 1978 em Princeton, Nova Jérsei, Estados Unidos
27 a 29 de abril de 1979 em Baden, Áustria
18 a 20 de abril de 1980 em Aachen, Alemanha Ocidental
15 a 17 de maio de 1981 em Bürgenstock, Suíça
14 a 16 de maio de 1982 em Sandefjord, Noruega
13 a 15 de maio de 1983 no Château Montebello em Montebello, Quebec, Canadá
11 a 13 de maio de 1984 em Saltsjöbaden, Suécia
10 a 12 de maio de 1985 em Rye Brook, Nova Iorque, Estados Unidos
25 a 27 de abril de 1986 em Gleneagles, Escócia
24 a 26 de abril de 1987 em Villa d'Este, Itália
3 a 5 de junho de 1988 em Telfs-Buchen, Áustria
12 a 14 de maio de 1989 em La Toja, Espanha
11 a 13 de maio de 1990 em Glen Cove, Nova Iorque, Estados Unidos
6 a 9 de junho de 1991 em Baden-Baden, Alemanha
21 a 24 de maio de 1992 em Evian-les-Bains, França
22 a 25 de abril de 1993 em Vouliagmeni, Grécia
2 a 5 de junho de 1994 em Helsínquia, Finlândia
8 a 11 de junho de 1995 em Zurique, Suíça
30 de maio a 2 de junho de 1996 no CIBC Leadership Centre em Toronto, Canadá
12 a 15 de junho de 1997 no Pine Isle resort em Lake Lanier, Geórgia, Estados Unidos
14 a 17 de maio de 1998 em Turnberry, Escócia
3 a 6 de junho de 1999 no Caesar Park Hotel Penha Longa em Sintra, Portugal
1 a 3 de junho de 2000 no Chateau Du Lac Hotel em Bruxelas, Bélgica
24 a 27 de maio de 2001 em Gotemburgo, Suécia
30 de maio a 2 de junho de 2002 no Westfield Marriott em Chantilly, Estados Unidos
15 a 18 de maio de 2003 em Versalhes, França
3 a 6 de junho de 2004 em Stresa, Itália
5 a 8 de maio de 2005 no Dorint Sofitel Seehotel em Rottach-Egern, Alemanha
8 a 11 de junho de 2006 no Brookstreet Hotel em Otava, Ontário, Canadá
31 de maio a 3 de junho de 2007 em Istambul, Turquia
5 a 8 de junho de 2008 no Westfields Marriot Hotel, Chantilly (Virgínia), Estados Unidos
14 a 17 de maio de 2009 no Astir Palace resort, em Atenas, Grécia


Fonte: Wikipédia e "Realidade Oculta"

Skull and Bones


Conheça a sociedade secreta dos poderosos.



A Skull and Bones é uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos da América, fundada em 1832. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft em 1833.
Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã, a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale de sociedade alemã Illuminati. Essa sociedade foi tornada ilegal por efeito de um edito do governo da Bavária, em 1785, continuando entretanto a existir, como uma organização clandestina.
A sociedade foi incorporada pela Russell Trust Association, em 1856.
Em 1846, Russell tornou-se membro da assembléia do estado de Connecticut e, em 1862, foi nomeado general da guarda nacional.
Alphonso Taft tornou-se ministro da guerra em 1876, e depois Vice-general e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, em 1884. Seu filho tornou-se mais tarde, magistrado e depois presidente dos Estados Unidos.
Yale é a única universidade com sociedades secretas onde são admitidos somente seniors, quer dizer antigos alunos. As duas outras são Scroll and Key ("Rolo e chave") e Wolf's Head ("Cabeça de lobo").
Os candidatos são exclusivamente homens brancos, protestantes, e são originários habitualmente de famílias muito ricas. Frequentemente, seus pais já eram membros da ordem. No último ano de estudo, são denominados cavaleiros.

Influência na política:
Há hipóteses de conexões da Skull And Bones com a CIA, Illuminati, Bilderbergers e com a Maçonaria. Tais teorias foram a base do filme The Skulls (Sociedade Secreta) que aborda uma sociedade secreta altamente sofisticada, fazendo uma clara alusão a Skull and Bones. A sociededade também foi incluída, assim como o grupo Whiffenpoofs, no filme de 2006 The Good Shepherd (O bom Pastor), sobre as origens da CIA, no qual o personagem principal pertence à Skull and Bones.
Nas eleições presidenciais de 2004 nos Estados Unidos, tanto o candidato democrata quanto o republicano eram membros da sociedade.
George W. Bush assumiu publicamente ser um membro da Skull and Bones, assim como seu adversário na Eleição presidencial dos Estados Unidos da América (2004) John Kerry.

Na literatura:



O livro de Dan Brown A Chave de Salomão envolve a fraternidade Skull And Bones .



Integrantes famosos:

William H. Taf - Secretário da guerra (1904-1908) e 27º presidente dos EUA, filho de Alphonso Taft, fundador do grupo.
Averell Harriman - Embaixador dos EUA na URSS (1943-1946), secretário de comercio (1946-1948) e governador de NY (1955-1958)
Henry Luce - Fundador de Time-Lifr, um dos mais importantes conglomerados de comunicação dos EUA.
George H. W. Bush - Fazendeiro e empresário do petroleo no Txas. Foi o 11º diretor da CIA e 41º 

Presidente dos EUA.
George W. Bush - Governador do Texas (1995-2000) e 43º presidente dos EUA.

Fonte: Wikipédia - Modificado por mim.

Ordem dos Templários



Conheça tudo sobre a ordem dos Templários



A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Pauperes commilitones Christi Templique Solomonici"), mais conhecida como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers"), foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria. 

A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de assegurar a segurança dos muitos cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.
Oficialmente aprovada pela Igreja Católica em torno de 1129, a Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade, e cresceu rapidamente quer em membros quer em poder. Os cavaleiros templários, em seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas. Os membros não-combatentes da Ordem geriam uma vasta infra-estrutura econômica em toda Cristandade, inovando em técnicas financeiras que constituíam o embrião de um sistema bancário,  e erguendo muitas fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.
O sucesso dos Templários esteve estreitamente vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França, influenciado por Guilherme de Nogaret, profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos, torturados até darem falsas confissões, e então, serem queimados em estacas. Em 1312, o Papa Clemente, sob contínua pressão do rei Filipe, dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que têm mantido o nome dos Templários vivo até aos nossos dias.





História



Insígnia da Ordem: dois cavaleiros montados no mesmocavalo.
A Ordem foi fundada por Hugo de Payens após a Primeira Cruzada, em 1119, com a finalidade de defender a Terra Santa dos ataques dos maometanos, mantendo os reinoscristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente.
Os seus membros faziam voto de pobreza e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (junto ao local onde existira oTemplo de Salomão, em Jerusalém) do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".
A regra dessa ordem religiosa de monges guerreiros (militar) foi escrita por São Bernardo. A sua divisa foi extraída do Livro dos Salmos: "Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam" (Sl 115,1) que significa "Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória".
O seu crescimento vertiginoso, ao mesmo tempo que ganhava grande prestígio na Europa, deveu-se ao grande fervor religioso e à sua incrível força militar. Os Papas guardaram a ordem acolhendo-a sob sua imediata proteção, excluindo qualquer intervenção de qualquer outra jurisdição fosse elasecular ou episcopal. Não foram menos importantes também os benefícios temporais que tal ordem recebeu dos soberanos da Europa.
O poder da Ordem tornou-se tão grande que, em 1139 que o papa Inocêncio II emitiu um documento declarando que os templários não deviam obediência a nenhum poder secular ou eclesiástico, apenas ao próprio papa.
Um contemporâneo (Jacques de Vitry) descreve os Templários como "leões de guerra e cordeiros no lar; rudes cavaleiros no campo de batalha, monges piedosos na capela; temidos pelos inimigos de Cristo, a suavidade para com Seus amigos".
Levando uma forma de vida austera não tinham medo de morrer para defender os cristãos que iam em peregrinação a Terra Santa. Comoexército nunca foram muito numerosos aproximadamente não passavam de 400 cavaleiros em Jerusalém no auge da ordem, mesmo assim foram conhecidos como o terror dos maometanos. Quando presos rechaçavam com desprezo a liberdade oferecida a preço de apostatarem (negação da Fé cristã).


Crescimento da ordem e a perda de sua missão

Com o passar do tempo a ordem ficou riquíssima e muito poderosa: receberam várias doações de terras na Europa, ganharam enorme poder político, militar e econômico, o que acabou permitindo estabelecer uma rede de grande influência no continente.
Também começaram a ser admitidas na ordem, devido à necessidade de contingente, pessoas que não atendiam aos critérios que eram levados em conta no início. Logo, o fervor cristão, a vida austera e a vontade de defender os cristãos da morte deixaram de ser as motivações principais dos cavaleiros templários.


A riqueza da ordem atrai o Estado e a igreja Católica



Templários condenados à fogueira pela Santa Inquisição.
Felipe IV de França pensou em apropriar-se dos bens dos Templários, e por isso havia posto em andamento uma estratégia de descrédito, acusando-os de heresia.
A ordem de prisão foi redigida em 14 de Setembro de 1307 no dia da exaltação da Santa Cruz, e no dia 13 de Outubro de 1307 (uma sexta-feira) o rei obrigou o comparecimento de todos os templários da França. Os templários foram encarcerados em masmorras e submetidos a torturas para se declararem culpados de heresia, no pergaminho redigido após a investigação dos interrogatórios, no castelo de Chinon, no qual Felipe IV da França (Felipe, o Belo) havia prendido ilicitamente o último grão-mestre do Templo e alguns altos dignitários da Ordem.
Pergaminho de Chinon atesta que o Papa Clemente V absolveu os templários, das acusações de heresia, evidenciando, assim, que a queda histórica da Ordem deu-se por causa da perda de sua missão e de razões de oportunismo político.
Da perda de sua missão o que caracterizou não mais uma vida austera como no inicio da ordem se aproveitou Felipe, o Belo, para se apoderar dos bens da Ordem, acusando-a de ter se corrompido. Ele encarcerou os Superiores dos Templários, e, depois de um processo iníquo, os fez queimar vivos, pois obtivera deles confissões sob tortura, que eram consideradas nulas pelas leis da Igreja e da Inquisição, bem como pelos Concílio de Vienne (França) em 1311 e Concílio regional de Narbona (França) em 1243.

A Sentença do Papa Clemente V à Ordem



Rei Filipe IV da França - O Belo
A ata de Chinon declara que os Templários não dissolvidos, mas absolvidos, suscitou a reação damonarquia francesa, tanto que obrigou Clemente V à ambígua discussão sancionada em 1312, durante o Concílio de Vienne, com a bula «Vox in Excelso», na qual declarava que o processo não havia comprovado a acusação de heresia.
Ao declarar que o processo não tinha comprovado a acusação de heresia, Clemente V suspendeu a Ordem dos Templários mediante uma sentença não definitiva, sem dissolvê-la, para impedir um cisma com a França, reintegrando os altos dignitários Templários e sua riqueza na comunhão da Igreja.
Pergaminho de Chinon declara que o Papa Clemente V absolveu os templários, das acusações de heresia, mostrando assim, que o Pontífice não considerou a ordem como sendo herege (conforme se especulava). E que deu a absolvição ao último grã-mestre dos Templários, Jacques de Molay, e aos cavaleiros da Ordem.
O Pontífice ainda permitiu a eles "receber os sacramentos cristãos e serem acompanhados por umcapelão" até os últimos momentos de sua vida quando foram executados pela Inquisição Católica com uma morte exemplar.
Esta "morte exemplar" determinada pela Inquisição era a morte na fogueira, após longos períodos de tortura física e psicológica. Esta foi uma das mais cruéis formas de execução da Idade Média. Os cavaleiros não foram queimados vivos nas chamas. Segundo dados históricos, eles foram queimados lentamente em brasas, numa forma parecida com a "defumação".[carece de fontes]


Considerações finais

A destruição da Ordem do Templo propiciou ao Rei francês não apenas os tesouros imensos da Ordem (que estabelecera o início do sistema bancário), mas também a eliminação do exército da Igreja, o que o tornava senhor rei absoluto, na França.
Nos demais países a riqueza da ordem ficou com a Igreja Católica.
Antes de ser queimado vivo em 1314, Jacques de Molay teria intimado o Rei Felipe O Belo e o Papa Clemente V a comparecer ao julgamento de Deus a partir da pira. E que Felipe O Belo e seus descentes teriam algum revés letal. O rei Felipe veio a falecer no mesmo ano de 1314, assim como o Papa Clemente V. Nos catorze anos seguintes, os três filhos do rei, que seriam seus sucessores no trono, faleceram, encerrando a linhagem direta de 300 anos dos reis Capetianos (Capet), levando muitos a crer que a dinastia fora amaldiçoada - daí o nome "Os Reis Malditos" (Les Rois Maudits). De Molay teria desafiado o rei e o Papa a encontrá-lo novamente diante do julgamento de Deus antes que o atual ano terminasse - apesar de esta frase não constar em relatos modernos da execução de Jacques de Molay. Felipe o Belo e Clemente V de fato morreram ainda no ano de 1314. Esta série de eventos formam a base de Les Rois Maudits (Os Reis Malditos), uma série de livros históricos de Maurice Druon. Ironicamente, o Rei Luis XVI era um descendente de Felipe O Belo e sua neta Rainha Joana II de Navarre. Quando a cabeça do rei Luis XVI caiu na cesta da guilhotina, um homem não identificado se aproximara. Mergulhou a mão no sangue do monarca, sacudindo-a no ar e gritara: "Jacques de Molay, fostes vingado!"[carece de fontes]


A Ordem do Templo e a historiografia

O fato de nunca ter havido uma oportunidade de acesso aos documentos originais dos julgamentos contra os templários motivou o surgimento de muitos livros e filmes, com grande repercussão pública, porém, sem nenhum embasamento histórico. Por este mesmo motivo, muitas sociedades secretas, como a Maçonaria, se proclamam "herdeiras" dos templários.
A obra, publicada pela Biblioteca Vaticana“Processus contra templários”, restaura a verdade histórica sobre Os Cavaleiros da Ordem do Templo, conhecidos como templários, cuja existência e posterior desaparecimento foram motivo de numerosas especulações e lendas.
Os Pergaminho de Chinon são relativos ao processo contra os templários, realizados sob o pontificado do Papa Clemente V, cujos originais são conservados no Arquivo Secreto do Vaticano. O principal valor da publicação reside na perfeita reprodução dos documentos originais do citado processo e nos textos críticos que acompanham o volume; explicam como e por que o pontífice Clemente V absolveu os Templários da acusação de heresia e suspendeu a Ordem sem dissolvê-la, reintegrando os altos dignitários Templários e a própria Ordem na comunhão da Igreja.

[editar]Grão-Mestres



Jacques de Molay - O último Grão-Mestre da Ordem, morreu queimado
1.
Hugo de Payens
1118-1136
2.
Armoiries Robert de Craon.svg
Robert de Craon
1136-1147
3.
Armoiries Evrard des Barres.svg
Everard des Barres
1147-1149
4.
Armoiries Bernard de Tramelay.svg
Bernard de Tremelay  
1149-1153
5.
Armoiries André de Montbard.svg
André de Montbard
1153-1156
6.
Armoiries Bertrand de Blanquefort.svg
Bertrand de Blanchefort
1156-1169
7.
Armoiries Philippe de Milly.svg
Philippe de Milly
1169-1171
8.
Armoiries Eudes de Saint-Amand.svg
Odo de St Amand
1171-1179
9.
Armoiries Arnaud de Toroge.svg
Arnold of Torroja
1181-1184
10.
Armoiries Gérard de Ridefort.svg
Gerard de Ridefort  
1185-1189
11.
Armoiries Robert de Sablé.svg
Robert de Sablé
1191-1193
12.
Armoiries Gilbert Hérail.svg
Gilbert Horal
1193-1200
13.
Armoiries Philippe du Plaissis.svg
Phillipe de Plessis
1201-1208
14.
Armoiries Guillaume de Chartres.svg
Guillaume de Chartres
1209-1219
15.
Armoiries Pierre de Montaigu.svg
Pedro de Montaigu
1218-1232
16.
Armoiries Armand de Périgord.svg
Armand de Périgord
1232-1244
17.
Richard de Bures (Contestado)
1244/5-1247 [7]
18.
Armoiries Guillaume de Saunhac.svg
Guillaume de Sonnac  
1247-1250
19.
Armoiries Renaud de Vichiers.svg
Renaud de Vichiers
1250-1256
20.
Armoiries Thomas Bérard.svg
Thomas Bérard
1256-1273
21.
Armoiries Guillaume de Beaujeu.svg
Guillaume de Beaujeu  
1273-1291
22.
Armoiries Thibaud Gaudin.svg
Thibaud Gaudin
1291-1292
23.
Armoiries Jacques de Molay.svg
Jacques de Molay
1292-1314


Ligações Entre Templários e Maçonaria

A destruição do arquivo central dos Templários (que estava na Ilha de Chipre) em 1571 pelos otomanos[carece de fontes], tornou-se o principal motivo da pequena quantidade de informações disponíveis e da quantidade enorme de lendas e versões sobre sua história.
Uma das versões faz ligação entre os Templários e uma das mais influentes e famosas sociedades secretas, a Maçonaria.
Historiadores acreditam na separação dos Templários quando a perseguição na França foi declarada. Um dos lugares prováveis para refúgio teria sido a Escócia. Onde apenas 2 Templários haviam sido presos e ambos eram ingleses. Embora os cavaleiros estivessem em território seguro, sempre havia o medo de serem descobertos e considerados novamente como traidores. Por isso teriam se valido de seus conhecimentos da arquitetura sagrada e assumiram um novo disfarce para fazerem parte da maçonaria (texto do livro Sociedades Secretas - Templários, editora Universo dos Livros).
E o fato de várias catedrais e construções góticas apresentarem uma variedade de figuras místicas gravadas nas paredes nos templos maçons que lembram símbolos usados pelos Templários.
Além de possuir riquezas (ainda hoje procuradas) e uma enorme quantidade de terras na Europa, a Ordem dos Templários possuía uma grande esquadra. Os cavaleiros, além de temidos guerreiros em terra, eram também exímios navegadores e utilizavam sua frota para deslocamentos e negócios com várias nações. Devido ao grande número de membros da Ordem, apenas uma parte dos cavaleiros foram aprisionados (a maioria franceses). Os cavaleiros de outras nacionalidades não foram aprisionados e isso os possibilitou refugiar-se em outros países. Segundo alguns historiadores, alguns cavaleiros foram para Escócia, Suiça, Portugal e até mais distante, usando seus navios. Muitos deles mudaram seus nomes e se instalaram em países diferentes, para evitar uma perseguição do rei e da Igreja.
O desaparecimento da esquadra é outro grande mistério. No dia seguinte ao aprisionamento do cavaleiros franceses, toda a esquadra zarpou durante a noite, desaparecendo sem deixar registros. Por essa mesma data, o Rei Português D. Dinis nomeava o primeiro almirante Português de que há memória, apesar de Portugal não ter armada; por outro lado, D. Dinis evitava entregar os bens dos Templários à Igreja e consegue criar uma nova Ordem de Cristo com base na Ordem Templária, adoptando para símbolo uma adaptação da cruz orbicular Templária; levantando a dúvida de que planeava apoderar-se da armada Templária para si.
Um dado interessante relativo aos cavaleiros que teriam se dirigido para Suiça, é que antes desta época não há registros de existência do famoso sistema bancário daquele país. Até hoje utilizado e também discutido. Como é sabido, no auge de sua formação, os cavaleiros da Ordem desenvolveram um sistema de empréstimos, linhas de crédito, depósitos de riquezas que na sua época já se assemelhava bastante aos bancos de hoje. É possível que foram os cavaleiros que se refugiaram na Suiça que implantaram o sistema bancário no lugar e que até hoje é a principal atividade do país.
Fonte: Wikipédia

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